
Um novo livro chega às livrarias. Traz todas as nuances do lilás e a força das palavras com o rigor científico necessário na abordagem da questão da mulher e políticas públicas. Apresenta uma coletânea de artigos que discutem desde violência, turismo e exploração sexual de crianças e adolescentes, sistema de cotas nas eleições até o direito das mulheres à posse da terra. As organizadoras da obra são Jacy Curado, professora da UCDB e Daniela Auad, professora da Universidade Federal de São Paulo. Duas grandes estudiosas, feministas e protagonistas de projetos e intervenções na área da igualdade de gênero, além de belas, inteligentes, sensíveis e senhoras à frente do nosso tempo. O livro é resultado do único curso de Pós-Graduação em Gênero e Políticas Públicas da América Latina e vai ser levado não só para as universidades do País, mas também da Europa, por ser inédito e por ser produzido com excelência acadêmica.
O lançamento do livro Gênero e Políticas Públicas hoje, à noite, foi emocionante. Primeiro porque reencontrei muitos amigos e amigas que, de uma forma ou de outra, têm uma relação afetiva com o livro. Depois porque, movida pela inspiração das bruxas e das deusas, com alma, paixão e útero, fiz a criação da capa, fazendo com que o lilás em movimento desse formas aos desafios femininos neste novo milênio. E lá, nas palavras, na organização do conhecimento, na leitura e na interpretação da realidade à luz da teoria, estavam companheiras que ousaram construir na história de Mato Grosso do Sul iniciativas, projetos e movimentos que pautaram a questão da mulher nas políticas públicas de Mato Grosso do Sul, especialmente a partir de 1999. Entre elas, Bárbara, Sandra, Marlene, Rosana (...e Maria Rosana, uma ausência percebida), que insurgem e ajudam a desmoronar o dualismo platônico mente/corpo, razão/emoção, que foi a base do pensamento ocidental cartesiano, fazendo a racionalização do exercício do poder expresso nas relações binárias senhor/escravo, homem/mulher, opressor/oprimido.
Enfim, nesta noite, participei de uma verdadeira confraria das bruxas contemporâneas, que deliciosamente serviram a poção mágica do conhecimento, nos dando força para prosseguir com a nossa rebeldia necessária, transgredindo aquilo que nos oprime, construindo e reconstruindo pensamentos, idéias e práticas.
E foi nessa confraria que conheci Daniela Auad. Que bruxa linda! Que mulher marcante pela inteligência e pela transgressão! E a noite não podia acabar de uma forma melhor. Ao sair do Museu das Nações Indígenas, dei de cara com uma grande reunião de capivaras, de todos os tamanhos e de todas as idades. Elas dormiam sob a luz calma da lua minguante, entre o verde escuro do Parque das Nações. Uma noite abençoada pelas deusas e bruxas.
O lançamento do livro Gênero e Políticas Públicas hoje, à noite, foi emocionante. Primeiro porque reencontrei muitos amigos e amigas que, de uma forma ou de outra, têm uma relação afetiva com o livro. Depois porque, movida pela inspiração das bruxas e das deusas, com alma, paixão e útero, fiz a criação da capa, fazendo com que o lilás em movimento desse formas aos desafios femininos neste novo milênio. E lá, nas palavras, na organização do conhecimento, na leitura e na interpretação da realidade à luz da teoria, estavam companheiras que ousaram construir na história de Mato Grosso do Sul iniciativas, projetos e movimentos que pautaram a questão da mulher nas políticas públicas de Mato Grosso do Sul, especialmente a partir de 1999. Entre elas, Bárbara, Sandra, Marlene, Rosana (...e Maria Rosana, uma ausência percebida), que insurgem e ajudam a desmoronar o dualismo platônico mente/corpo, razão/emoção, que foi a base do pensamento ocidental cartesiano, fazendo a racionalização do exercício do poder expresso nas relações binárias senhor/escravo, homem/mulher, opressor/oprimido.
Enfim, nesta noite, participei de uma verdadeira confraria das bruxas contemporâneas, que deliciosamente serviram a poção mágica do conhecimento, nos dando força para prosseguir com a nossa rebeldia necessária, transgredindo aquilo que nos oprime, construindo e reconstruindo pensamentos, idéias e práticas.
E foi nessa confraria que conheci Daniela Auad. Que bruxa linda! Que mulher marcante pela inteligência e pela transgressão! E a noite não podia acabar de uma forma melhor. Ao sair do Museu das Nações Indígenas, dei de cara com uma grande reunião de capivaras, de todos os tamanhos e de todas as idades. Elas dormiam sob a luz calma da lua minguante, entre o verde escuro do Parque das Nações. Uma noite abençoada pelas deusas e bruxas.
Musa Híbrida - Caetano





